deixo o sol ditar-me as regras dos dia queimando devagar o corpo cansado de um inverno perdido de todos
perdido de todos os passos de veludo que nascem debaixo de unhas enraivecidas pela inerte apatia das horas deixo chegar o calor deste verão e rebolo na areia até ao mar. não me afogo mais. os meus pulmões já sabem a que sabe a tua água.