sente este cadáver cansado de falta de ar
canso-me de raios homicidas em campos de chuva e angústia
És o meu Norte. A Casa tatuada. A voz que reconheço nos lagos e desertos do devir. Quando só a luz me dizia que eu ainda era real inventei-te e reconheci a tua voz. És sol e sangue quente no meu cálice.
Posted at 10:33 pm by rosa